18 maio 2009

EU QUERO É ESCREVER UM LIVRO!

Que um homem, por falta de jeito, por azar de percurso ou até mesmo por vontade própria escreva romances onde invariavelmente se percebe ter sido vítima do bicho mulher, é recorrente.
Estranhei foi a prosa dos agradecimentos em que o autor refere "Por fim, quero dedicar este livro a todas as mulheres que, directa ou indirectamente, alguma vez me rejeitaram. Sem as profundas feridas emocionais que me causaram, este livro não seria possível."
Com o imberbe título de "Escolhas" fiquei esclarecido no segundo imediato quando deparei com o nome do estreante autor: Pedro Quedas.
Todo dado a trambolhões, como se pode adivinhar.
Para mim, ultrapassa o limite das coincidências.

12 comentários:

Mofina Mendes disse...

Eu quero é correr pela serra da Lousã abaixo.

Blimunda disse...

Pois eu quando fôr grande vou escrever um livro. Na dedicatória escreverei "quero dedicar este livro a todos os homens que, directa ou indirectamente, alguma vez me desejaram. Sem as profundas feridas emocionais que me causaram, este livro não seria possível." Obviamente, terei como pseudónimo Blimunda Quequas.

Blimunda disse...

Ora porra! Quecas, Blimunda Quecas!

jg disse...

MOFINA:
Tomarias chegar lá.
De carro!!

BLIMUNDA:
E a obra, vai chamar-se "Engonhas" ou "Panhonhas"?!

BLIMUNDA:
Ficas toda nervosa com a escrita...

Blimunda disse...

Fico pois! É com a escrita e com a tua presença!!! Quanto ao título... hoje não me apetece!

jg disse...

Isso é porque eu sou trifásico.
Lembras-te do fenómeno que se estudava em Física conhecido por "gaiola"?!
Pois não te lembras com toda a certeza. Dava-te um jeitão agora.

Blimunda disse...

A descarga da tua energia trifásica não consegue senão umas ligeiras chamuscadelas superficiais. A "gaiola" não deixa que atinga o meu doce e calmo interior.

Anónimo disse...

Também passou nos Globos de Ouro?

mac disse...

Bem, bem, bem... Até me encolho toda, com sorte ninguém me vê!

jg disse...

BLIMUNDA:
Lá tu sabes o que provoca...
Ás vezes até provoca apagões, para que saibas.
E a gaiola era de Fahrenheit não era de pintassilgos, pá!!
Ainda acabas a escrever letras para as músicas do Pe Borga...

ANÓNIMO:
Ia ao cheiro da BG mas correu-me mal.
A gaja tá meio saloia.

MAC:
Tarde demais. EU VI!!!!!!!

Blimunda disse...

A ânsia de me electrizares é tanta, amigo, que nem ouves o que dizes! Ponho-te de tal forma em fusão e ebulição que já não consegues raciocinar. Quantos graus Fahrenheit é que atinges, meu? A gaiola era a de Faraday pá e nunca de Fahrenheit. A não ser que te referisses aquelas que fazes manualmente. A essas podes chamar-lhe o que quiseres!

jg disse...

Erro teu, piquena. A gaiola de Faraday era para relatar a experiência de levar com umas peles de gato no lombo.
Achas que sou dado a esses ensaios?!
Quando queria electrizar alguém, o primeiro que fazia era puxar esse alguém para a minha catenária. De difícil acesso, diga-se. Tenho uma bitola invulgar.
Para fundir e ebulir tanta massa é preciso muita lenha!!!!!