
A voz saiu-lhe grave, ainda que meio para o fanhoso.
O vulto erguia-se uns palmos acima do normal e a penumbra agigantava-lhe o porte.
"Tór" - rosnou a besta. Cresci, destemido, para enfrentar o misterioso deus da Guerra.
Os faróis de um Renault, com a panela de escape a faiscar nos paralelos, puseram a descoberto um cabrão dum trolha que mijava empoleirado em cima de um tijolo e que fazia questão de se armar em Bond, repetindo: o meu nome é "Tór", Manel Vitor.
Só não lhe fui às trombas porque já ia atrasado para uma corrida de galgos que havia em Fiães.